Sobre o Blog

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Móveis Multifuncionais e Compactos

Pesquisando móveis compactos para o primeiro projeto com tema de Unidade de Habitação Mínima Sustentável.

Desenhar é fundamental! ;)

Desenhar é uma prática que não pode ser perdida pelos arquitetos. Atualmente, com a vida facilitada com os diversos programas muitos arquitetos perderam o hábito de desenhar.

Tema 2: Habitação Coletiva, Inclusão Social e Direito à Cidade

O projeto de habitação social realizado em dupla pelas alunas Juliana de Freitas e Laís Midori tem como objetivo promover um espaço pensado não só para ser habitado, mas para atender às necessidades básicas dos moradores do lugar.

Tema 3: Habitação Unifamiliar: Projeto Final

O último projeto da disciplina tem como tema a Habitação Unifamiliar de Interesse Social. Apresento aqui um esboço do meu projeto.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Conceito, Legislação e Programa: Habitação Coletiva, Inclusão Social e Direito à Cidade

O grupo: Ana Stefany, Angelica Carvalho, Anna Beatriz, Izabella Eleida, Juliana Cristina, Laís Midori, Monique Borges e Priscilla Mascarenhas, analisou o conceito, legislação e programa do tema 2 de habitação social.
Conceito:
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, estabeleceu que a moradia adequada fosse um direito humano universal e essencial da vida das pessoas, desde então, vários tratados internacionais reafirmaram que os Estados têm a obrigação de promover esse direito. Mas como inserir a população de baixa renda nos direitos humanos? Essa tarefa é extremamente complicada, depende de diversos fatores e o principal problema é a falta de dinheiro público e da população suficiente para a construção de moradia adequada a todas as pessoas. Um dos meios de tentar oferecer habitação à população de baixa renda é através da implantação de habitação de interesse social.
É importante destacar que a habitação de interesse social, não deve ser simplesmente pensada como um local de moradia. A habitação deve atender aos princípios básicos de segurança, habitabilidade, infraestrutura (energia, água tratada, acesso a transporte), saúde, educação, alimentação e, se possível, dar uma base ao morador para seu próprio sustento, como a criação de comércio local ou de oficinas para o aprendizado de novos meios de se sustentarem.




Legislação:
Uma série de leis e normas de instituições envolvem a habitação social, tanto no âmbito federal, quanto no estadual e municipal. Relacionamos alguns pontos importantes de algumas delas:
Constituição Federal 1988
-Atividade urbanizadora: garante cumprimento da função social de propriedade, livre concorrência, defesa do meio ambiente, busca pelas reduções das desigualdades sociais.
Lei Federal nº. 11.124:
Todas as ações habitacionais, para que produzam impacto efetivo sobre a pobreza social devem ser formulados em sintonia com outras estratégias sócio-econômicas e políticos institucionais, sobretudo com a geração de trabalho e renda.
Plano Diretor de Goiania Art 164
Requisitos para ser morador de habitações de interesse social; Ser morador há mais de 2 (dois) anos no Município de Goiânia; Não ter renda familiar superior a 5 (cinco) salários mínimos; Não ser proprietário de imóveis; Não ter sido beneficiado em qualquer outro programa habitacional
Crítica: A inexistência de um plano nacional que dê as diretrizes gerais para o desenvolvimento urbano sustentável, faz haver uma grande disputa entre as cidades pelo desenvolvimento urbano desequilibrado e maiores distorções entre as cidades, em especial as que estão sujeitas aos impactos de grandes polos de influência urbana, como as capitais.


Direito à cidade: 
O Direito à Cidade é um direito coletivo de todos os habitantes, que buscam o desfrute equitativo da cidade dentro dos princípios de sustentabilidade, democracia e justiça social. Mas não é difícil perceber que esse direito muitas vezes não se aplica a todos os cidadãos. Logo ao propor uma habitação coletiva de interesse social é de extrema importância que tomemos por base esses direitos e busquemos decisões no projeto que favoreçam os cidadãos que vão habitá-los, para que eles possam usufruir de seus direitos. Propomos então um lugar confortável e acessível, que conte com transporte coletivo, área de lazer, serviços necessários acessíveis e anexos para desenvolver trabalhos e atividades em comunidade, com isso buscamos dar a esses cidadãos o direito sobre a cidade que habitam. 
É um desafio, o de “construir um modelo sustentável de sociedade e vida urbana, baseado nos princípios da solidariedade, liberdade, igualdade, dignidade e justiça social, fundamentado no respeito às diferenças culturais urbanas, especialmente  a àqueles com menos recursos econômicos menos recursos econômicos ou em situação de vulnerabilidade”. (Carta Mundial pelo Direito à Cidade,2004).


Novas formas de morar na cidade:
A família tradicional passa a se desmembrar, ser extremamente mutável e cada vez mais temos famílias menores e de diferentes tipos. O movimento moderno constituiu praticamente o primeiro e único momento em que o desenho e a produção de espaços de morar foram integralmente revistos. No entanto, os arquitetos Modernos previram uma habitação prototípica, criando o arquétipo da habitação para todos. É este arquétipo Moderno da 'habitação-para-todos', mesclado aos princípios da repartição burguesa, que veio sendo reproduzido durante todo o nosso século, com pequena variação local, destinado a abrigar, basicamente, a família nuclear. Já na metrópole do século XXI‘seu habitante parece viver, principalmente sozinho e se agrupar eventualmente em formatos familiares diversos, se comunica à distância, trabalha em casa, mas exige equipamentos públicos para o encontro com o outro, que busca sua identidade através do contato com a informação'. O desenho da habitação contemporânea continua imutável , sob a alegação de que chegou-se a um resultado projetual economicamente viável, que atende às necessidades básicas de seus moradores.
Programa:

“[...] a moradia feita para uma família não existe: o que existem são vários tipos de moradia paras sucessivas idades.” Le Corbusier
A proposta deste projeto é de apresentar várias tipologias de apartamentos, buscando atender diferentes perfis familiares. A quantidade de cada tipologia vai variar de acordo com os dados do perfil da população da região centro-oeste. O quadro abaixo relaciona a porcentagem da população de cada tipologia existente.
O Brasil apresenta redução das taxas de desemprego, aumento do emprego formal e queda da informalidade (PlanHab, 2009). Essa ascensão salarial mostra que a quantidade de famílias com renda de até 400 reais (necessitadas de subsídios integrais) tem diminuído. Essa melhora, então, tende a reduzir os valores de subsídio necessários, ampliando o atendimento e viabilizando a estratégia proposta pelo PlanHab. O dimensionamento dos grupos de atendimento e quantificação dos subsídios necessários faz uso desse fenômeno. Conforme mostram os gráficos abaixo, a quantidade de famílias inseridas em faixas de renda intermediárias é a maior e, portanto, geradora da maior demanda por habitações de interesse social. É com vista nesse cenário que o projeto será desenvolvido, observando as quantidades referentes às demandas dos diversos grupos de atendimento e as características tipológicas para edificações de cada um desses tipos de famílias.

Fluxograma proposto:

domingo, 18 de setembro de 2011

Dica 2: Referências projetuais: Habitação Social

As referências projetuais são de vital importância na elaboração de um projeto de arquitetura. É preciso pesquisar sobre o tema do projeto proposto e aprender com seus erros e acertos.
Para o tema 2: Habitação Coletiva, Inclusão Social e Direito à Cidade, foram pesquisadas referências projetuais que se assemelham ao tema proposto. Durante a pesquisa, busquei projetos que tenham idéias semelhantes às que eu penso em usar em meu projeto.
Escolhidos as três referências, disponibilizo-as abaixo.

A primeira, de autoria de João Figueiras Lima, Lelé, foi escolhida como referência projetual devido à atenção que o arquiteto dá não só na questão habitacional, mas também na importância de equipamentos públicos como creches, escola e lazer.

A segunda, dos arquitetos Forte Gimenez e Marcondes Ferraz, foi escolhida pela sua simplicidade e beleza formal, além do uso de diferentes tipologias que se adequam a públicos diferenciados.

A terceira referência, dos arquitetos Eduardo Ferreira e Adriana Levisky, chamaram atenção pelo uso misto de habitação social integrada a comércios e serviços, assim como áreas institucionais e parques públicos.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Dica 1: Desenhar é fundamental para o arquiteto! ;)

Desenhar é uma prática que não pode ser perdida pelos arquitetos. Atualmente, com a vida facilitada com os diversos programas muitos arquitetos perderam o hábito de desenhar, ou até mesmo muitos recém-formados sequer tiveram esse hábito.
Não digo que todos precisam saber desenhar super bem, mas ter a prática de representar no papel algo rápido, um croqui simples. É uma ótima dica para desenvolver a criatividade! ;)
Abaixo alguns desenhos meus não ligados à arquitetura. Posteriormente eu postarei uns croquis de projetos.


Golden Retriever, 2006. Meu primeiro desenho à lápis de cor aquarela.


Daniel Radcliffe, ainda incompleto.



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Móveis Multifuncionais e Compactos

Pesquisando móveis compactos para o primeiro projeto com tema de Unidade de Habitação Mínima Sustentável encontrei este vídeo da Resource Furniture. Os móveis aqui apresentados são de duplo uso, ótimos para espaços compactos.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Sobre o blog


O blog surgiu a partir da proposta da disciplina de Projeto 4, dos alunos do 6º período, do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Goiás (UFG), tendo como objetivo principal divulgar os trabalhos acadêmicos desta disciplina.Os projetos aqui apresentados terão a princípio nível de anteprojeto, enfatizando a habitação de interesse social e a sustentabilidade para soluções habitacionais de baixo custo.
Cada aluno terá o seu blog pessoal para a divulgação de seus próprios trabalhos. Esta ideia permite a possibilidade de divulgar seus próprios projetos, criando uma espécie de portfólio virtual, com possíveis discussões dentro do blog sobre os projetos apresentados.
Os projetos deste período terão os temas:
1) Unidade de Habitação Mínima Sustentável (UHMS)
2) Habitação Coletiva, Inclusão Social e Direito à Cidade
3) Habitação Unifamiliar de Interesse Social Integrada ao Parcelamento do Solo.

Sou estudante de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Goiás e monitora das disciplinas de Representação na Arquitetura e Informática Aplicada à Arquitetura.
Neste blog, tentarei passar a vocês um pouco do meu aprendizado na universidade.
Postarei meus trabalhos para que tenham uma noção do que aprendemos no decorrer do curso.
Espero que gostem!

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