Sobre o Blog

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Móveis Multifuncionais e Compactos

Pesquisando móveis compactos para o primeiro projeto com tema de Unidade de Habitação Mínima Sustentável.

Desenhar é fundamental! ;)

Desenhar é uma prática que não pode ser perdida pelos arquitetos. Atualmente, com a vida facilitada com os diversos programas muitos arquitetos perderam o hábito de desenhar.

Tema 2: Habitação Coletiva, Inclusão Social e Direito à Cidade

O projeto de habitação social realizado em dupla pelas alunas Juliana de Freitas e Laís Midori tem como objetivo promover um espaço pensado não só para ser habitado, mas para atender às necessidades básicas dos moradores do lugar.

Tema 3: Habitação Unifamiliar: Projeto Final

O último projeto da disciplina tem como tema a Habitação Unifamiliar de Interesse Social. Apresento aqui um esboço do meu projeto.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O curso de Arquitetura e Urbanismo da UFG se destaca em âmbito nacional e internacional.

Com apenas 3 anos de fundação, o curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Goiás (UFG) traz resultados de um grande esforço da equipe de professores, coordenadores e alunos. O curso vem se destacando nos concursos nacionais e internacionais com diversas premiações dos alunos da primeira turma.
A primeira turma de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Goiás, finalizando o 6º período este ano, mostra que apesar de tão novo, é capaz de realizar projetos de alta qualidade.
Recentemente o grupo de alunos: Flávio Vasco, Guilherme Trad e Isabella Brito, orientados por Bráulio Romeiro e Camilo Vladimir de Lima Amaral, foi premiado como terceiro colocado no Concurso Internacional de Ideias para Estudantes de Arquitetura e Urbanismo, da Nona Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo com o tema: “ARQUITETURA PARA TODOS: CONSTRUINDO CIDADANIA”.


Abaixo o vídeo do projeto:
Destaca-se ainda a premiação em terceiro lugar recebida no concurso "Desafio Universitário Termomecanica – Prêmio Salvador Arena 2011"(Associação Brasileira de Metalurgia), desenvolvidos pelos alunos Anderson da Silva, Robson Martins da Silva Leão Júnior e Mathias Joseph Monios e orientados por Bráulio Romeiro e Camilo Vladimir de Lima Amaral.


No início do ano ainda teve a premiação de alunos da UFG, no concurso internacional “eVolo 2011 International Skyscraper Competition (USA)” cuja proposta foi selecionada para publicação em livro. Elaborada pelos alunos Paulo Gustavo de Araújo Perini, Robson Martins da Silva Leão Júnior e  João Paulo Ferreira de Morais.

É um orgulho fazer parte da primeira turma de Arquitetura e Urbanismo da UFG.
Parabéns a todos!
Divulgo o blog da turma onde constam os links de todos os alunos da primeira turma:  http://projeto4arqufg.blogspot.com/


Aproveitando a divulgação de projetos premiados, publico o meu projeto classificado em primeiro lugar de Menção Honrosa do Concurso Paraciclo promovido pelo INOVE (Grupo de pesquisa em mobilidade urbana em Goiânia).






Tema 3: Habitação Unifamiliar: Projeto Final

O último projeto da disciplina tem como tema a Habitação Unifamiliar de Interesse Social.
Apresento aqui um esboço do meu projeto. Desculpem pela má qualidade das renderizações e apresentação do projeto, fiz na correria. Assim que eu tiver tempo irei melhorar e postarei aqui novamente o projeto detalhado e com imagens internas.

O projeto partiu de uma releitura das casas tradicionais brasileiras com telhado de duas águas e do uso da técnica do origami para se obter a forma original.









Conforto Ambiental
O Conforto Ambiental foi planejado para ser atendido de diferentes maneiras. A largura da habitação estreita de 3,9m possibilitou que as aberturas dos ambientes fossem opostas, permitindo a ventilação cruzada em todos os ambientes.
A estrutura da madeira com um bolsão de ar entre os painéis fornece um bom isolamento térmico e barato.
A cobertura possui uma manta de impermeabilização por baixo da telha asfáltica, ao mesmo tempo em que é isolante térmico.

Sustentabilidade
Foram planejadas várias aberturas para que a iluminação natural seja bem aproveitada, reduzindo gastos energéticos.
Uso de madeira de demolição e madeira sustentável Eucaliptus.
Várias aberturas que aproveitam o uso da iluminação natural reduzindo gastos energéticos.


Acessibilidade
O projeto inclui a preocupação com a acessibilidade. Por ser uma unidade um pouco elevada do solo, foi planejado uma rampa de acesso ao térreo.
A habitação unifamiliar planejada possui a possibilidade de expansão do banheiro adaptando-o para o usuário cadeirante e também a possibilidade de adicionar um quarto no térreo para o uso do deficiente físico.


Sistemas e materiais construtivos

Para a habitação foi escolhida a madeira como principal material construtivo de cada unidade. As paredes externas foram projetadas para ser de tábuas de madeira Eucaliptus unidas pelo encaixe macho-fêmea. Após completado um painel com esses elementos de madeira foram unidos por um pequeno elemento de sustentação entre os painéis e formando um bolsão de ar entre eles, garantindo um bom isolante térmico.
A habitação será elevada 0,3 metros do solo para fornecer uma proteção maior da madeira contra intempéries. A estrutura em que ela se apoiará será de pedra, para dar continuidade a ideia de rusticidade e sustentabilidade.
As esquadrias serão de madeira de demolição, visando a sustentabilidade e fornecendo um destaque nas fachadas. 
A cobertura escolhida será de Telhas Shingle, ou telha asfáltica. A opção selecionada foi devido à característica dessa telha se assemelhar à madeira e à sua leveza.
Para o piso interior a opção foi um revestimento em madeira eucaliptos. Para o piso exterior da área de lazer a seu acesso a escolha foi de um piso drenante de fibra de coco e para a área da garagem, o concregrama.

Caixa d'água.

A caixa d'água foi planejada para ser localizada acima do banheiro, porém dentro da habitação para que não haja a distorção da forma com a adição deste elemento.
Toda a rede hidráulica foi proposta para ser térrea, facilitando na construção e reduzindo custos.

Tema 3: Habitação Unifamiliar de Interesse Social: Estudos Dirigidos

O último tema proposto para a disciplina de projeto 4 do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Goiás tem como objetivo desenvolver um projeto de arquitetura de habitação unifamiliar, integrada ao parcelamento do solo da disciplina de Projetos Urbanos I, para famílias com renda de até 5 salários mínimos. A proposta deve discutir a conceituação da habitação unifamiliar no contexto atual e detalhar soluções tecnológicas sustentáveis.
A primeira etapa deste tema  são os estudos dirigidos, onde cada aluno deverá selecionar duas obras arquitetônicas como referências de projeto, apresentar a área delimitada na disciplina de Projetos Urbanos I destinada à habitação social e apresentar cinco objetivos claros para o projeto.
Abaixo seguem as pranchas dessa etapa com as referências projetuais escolhidas: Casa Passiva de Nova Orleans e a Casa em Luanda, e a apresentação do lugar do projeto urbano.
Clique na imagem para ampliá-la.

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

O que fazer depois de entrega de projeto?

RELAXAR!!

Ou pelo menos tentar, caso você não tenha nada pro dia seguinte! ;)

Tema 2: Habitação Coletiva, Inclusão Social e Direito à Cidade


O projeto de habitação social realizado em dupla pelas alunas Juliana de Freitas e Laís Midori tem como  objetivo promover um espaço pensado não só para ser habitado, mas para atender às necessidades básicas dos moradores do lugar.
Neste complexo, além do conjunto habitacional, agregamos espaço de lazer com parque infantil, ginástica e mini quadra de esportes, creche e posto de saúde.
O terreno em frente ao escolhido localiza-se o Cepal de Campinas, porém está subutilizado, sendo aberto apenas às terças-feiras para feiras de artesanatos. Pensando nisso, e na proposta da prefeitura de Goiânia de utilizar o local como Cais, propusemos a relocação do espaço para feiras no terreno escolhido e na utilização do terreno do Cepal para a construção de um Posto de Saúde e de uma Creche para a utilização dos moradores do conjunto e da vizinhança.
Partido Arquitetônico:
O partido arquitetônico deste projeto se baseia na transição entre o público e o privado, e em faixas de construção intercaladas por verde e/ou convívio. Essas faixas seriam "cortadas" por outra perpendicular, de ligação entre os dois terrenos que serviria de circulação, mas também de convívio. As faixas estariam presentes não só na planta de situação, mas no edifício também.


As varandas no projeto, assim como as áreas verdes internas ao edifício e cobogós, foram utilizadas baseados na transição entre o público e o privado. Essa transição seria feita, então, de maneira suave e levando ao conforto ambiental com a presença de vegetação e das aberturas nas direções norte/sul e leste/oeste que possibilitam maior ventilação no edifício e consequentemente nos apartamentos.

Utilizando-se o conceito da rua como local de encontros, trocas e complementação das moradias, tem-se a rua como expressão de pluralidade de componentes individuais. Assim assentam-se os quatro blocos de forma a priorizar os pedestres e criar espaços de convivência, como uma rua interna. Sendo que a valorização desta rua deve-se a organização dos acessos aos edifícios que induzem a
utilização da rua, e espaços de estar e circulação, que motivam a permanecia como forma de apropriação e não só lugar de passagem. “O conceito da rua de convivência esta baseada na ideia de que os moradores têm algo em comum, que têm expectativas mutuas mesmo que seja apenas porque estão conscientes de que necessitam um do outro”
(Hertzberger, 1999)
Os espaços de convívio tanto internos como externos ao conjunto habitacional, são criados para promover uma maior integração entre os moradores e entre a vizinhança. Assim a rua de conexão entre as quadras e os grandes espaços vazios de convívio e circulação servem como uma extensão comunitária das moradias, de modo que as atividades cotidianas possam ser realizadas ali, assim também como festas e outros eventos sociais. Desta forma é essencial que esse espaço seja flexível a vários usos e abrigar situações de mudanças, acima disso não propor um uso definitivo significa um incentivo para que os usuários influenciem esse espaço sempre que possível, para afirmar a identidade dos moradores.

As pessoas têm que se identificar com seu espaço de habitar, e para que esse sentimento não se limite só a casa, mas que englobe o conjunto habitacional e as áreas urbanas ao entorno, é necessário dar a esses espaços uma forma tal que a comunidade se sinta pessoalmente responsável por eles, para que cada um contribua a sua maneira com o ambiente. Os espaços têm que oferecer oportunidades para que as pessoas deixem suas marcas e identificações pessoais, que possa ser apropriado e anexado por todos como um lugar que realmente lhes pertença.


Forma:
A forma simples surgiu a partir de um paralelepípedo onde foram subtraídos elementos onde seriam inseridos a vegetação e o acesso principal. Em seguida adicionado um outro paralelepípedo menor, onde seriam as sacadas do pavimento tipo. A forma mais reta favorece à economia de custos, que neste projeto deve ser levado em total consideração.






Programa:


















Construção:
Quanto aos aspectos construtivos, o edifício habitacional seria composto basicamente de concreto arnado com as faixas de vidro nas janelas e madeira de demolição. Os materiais utilizados foram pensados na economia de custos, além da estética.

Cortes, vistas, custo e vídeo:




video

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Dica 3: Estudo do lugar

A escolha do terreno é uma das primeiras etapas na elaboração de um projeto. É uma etapa que deve ser feita com muito cuidado e dedicação, afinal, após a implantação do projeto não se pode deslocar a obra pra outro local com facilidade, exceto se o projeto for planejado desde o início para ser móvel.
É preciso analisar não só o terreno com sua topografia, insolação, ventilação, mas também o seu entorno: o gabarito, os usos (residencial, comercial, institucional...), a influência sonora, legislação do lugar...

Para o Tema 2: Habitação Coletiva, Inclusão Social e Direito à Cidade, foram pesquisados os possíveis lugares em que poderiam ser implantados esse projeto.


Pensando em um local com proximidade ao centro de Goiânia e que possuam o máximo de equipamentos necessários à população (creche, instituições de ensino e saúde e comércio), foram apontados de início 2 possibilidades de implantação do projeto: a primeira no Setor Aeroporto e a segunda no Setor Campinas.
Terreno do Setor Aeroporto:





As principais vantagens do terreno do Setor Aeroporto são:

  1. Maior proximidade com o centro de Goiânia
  2. Proximidade com a Praça do Avião com equipamentos de lazer
  3. Proximidade aos equipamentos de saúde, educação e lazer
Principais desvantagens:
  1. Terreno com alto custo
Terreno de Campinas:



Principais vantagens do terreno de Campinas:
  1. Em frente ao o Cepal (possível fonte de renda para os moradores da habitação)
  2. Em frente ao Colégio Estadual
Desvantagens: 
  1. Distância um pouco maior ao centro em ralação ao terreno anterior.

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